25 outubro, 2007
Jogo das Frases
Acabei de ler o comentário deixado pela professora Alena. Ela também resolveu participar.
Perguntou se estávamos brincando de bibliomancia e... acho que pode ser. Não tinha pensado nisso até porque desconhecia tal palavra, mas, em contar uma história a partir das diversas frases soltas. Então, poderíamos com isto descobrir algo interessante e revelador. Levando em conta o significado da palavra (que vocês podem comprovar clicando nela) até que pode ser viu professora!!!
A frase de Alena é: "Levantou a alavanca da máquina para cima"
Como ela mesma disse: "extraída do manual de gramática que estava aqui perto."
beijos!!!
E... para os preguiçosos de plantão:
bibliomancia é a arte de adivinhar por meio de um livro aberto ao acaso.
Jogo das Frases
Meu amigo e primo esteve aqui e decidiu participar.
Como ele não conseguiu fazer um comentário,
decidi por ele postar.
O nome dele é Carlos Filadelfo (Aquino). Está em São Paulo, fazendo mestrado na USP. Graduou em Ciências Sociais pela UNICAMP e é brother pra caraio!!!!
Linhos um forte abraço!!!
Aí vai...
A frase dele é: "- Ei-lo ali, estendido naquele divã!"
Livro: Crime e Castigo, de Dostoiévski.
Também quero participar
Lá vai: "[...] seguindo apenas guiado pela compreensão dos outros[...]"
Livro: Os Sertões de Euclides da Cunha.
Rosa Anhagá
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Paciência de Frode
Um velho náufrago estava há 52 anos numa ilha desconhecida e deserta. Tinha como companhia apenas as cartas dum surrado baralho francês. Criou um mundo imaginário, onde cada carta e cada naipe tinham características próprias.
“Eu não as via como simples cartas de baralho, mas como cinqüenta e dois indivíduos de quatro famílias diferentes. Os de paus tinham a pele morena, o corpo bem estruturado, robusto, e cabelos grossos e encaracolados. Os de ouros eram mais magros, mais leves e mais graciosos; tinham a pele quase branca e cabelos lisos, prateados e brilhantes. E havia também os de copas; [...] mais brandos de coração do que os outros. Tinham corpo arredondado, bojudo, bochechas rosadas e uma cabeleira exuberante num tom de loiro claro. Faltavam os de espadas. Esses [...] tinham o corpo mais magro, mas não menos forte, a pele pálida, um rosto um tanto severo e duro, os olhos bem escuros e os cabelos pretos e desgrenhados”. [GAARDER, 1996: 185]
Desenvolveu um calendário também. Nele cada carta tinha um dia, uma semana, um mês e um ano. As estações não foram esquecidas – ouros na primavera, paus no verão, copas no outono e espadas no inverno.
Vejamos qual história resultará das "nossas" frases.
24 outubro, 2007
"O velho veio sentar-se ao meu lado."
Ela mandou, pediu e implorou para seguirmos... [se não a brincadeira acaba, ôh cabeça!]
...os passos:
1. pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2. abrir na página 161;
3. procurar a 5ª frase completa;
4. postar essa frase em seu blog;
5. não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6. repassar para outros 5 blogs.
A minha frase foi:
“O velho veio sentar-se ao meu lado.”
O Dia do Curinga de Jostein Gaarder
Os 5 blogs indicados:
Marcele Neves | Priscila Rodrigues | Jéssica Brandão | Fagner Abreu | Ricardinho