03 abril, 2009
Internet vigiada?
15 março, 2009
Perder-se também é um caminho(?)
- Sim, as crises costumam nos trazer soluções, mostrar saídas, mudar conceitos e atitudes.
- Pois é, mas eu quero é me perder, mas me perder para nunca mais me achar. Encontrar-se é bobagem...
- Calma aí. Encontrar-se, descobrir-se... como jogar esse jogo sem conhecer as regras, sem saber sua função?...
- ...
- Encontrar-se é descobrir aquilo que lhe enleva, para em êxtase, perder-se por inteiro...
- ...
- Queria ouvi-lo dizer sobre a importância do “se perder” e a bobagem do “se encontrar”.
- ...
- Hein?
- Aurélio define "perder" como, dentre tantas outras coisas, "(Bras. Pop.) Entregar-se à prostituição; cair na vida."
- Humm? Então o caminho é "entregar-se a prostituição"? Prostituir-se?
- É sim, "cair na vida"! Prostituição, por extensão, pode ser entendida como uma vida desregrada, ou seja, uma vida sem aquilo que lhe regule, dirija, reja ou governe...
- Uma vida livre dessa, dessa... ideologia definidora dos papéis sociais e coisa e tal?...
- ... uma vida pautada na experiência e apartada do conformismo...
- Hummmm... olhando assim dá até vontade de ser puta.
- Seja!
- Mas puta é um termo chulo, que traz impregnado todo um lixo social, tudo o que não presta.
- Puta, retorcendo o Aurélio, é uma mulher devassa... uma pessoa devassa pode ser uma pessoa que inquire e indaga, penetra na essência, invade e descobre.
- Uau!
- Basta olharmos com outros olhos, que não o daqueles que querem olhar por nós, para perceber que nada é o que parece ser.
- ...
- Inconforme-se! "Perder-se também é um caminho"!
- Agora estou começando a querer entender.
- "Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento".
- Ok, rendo-me. Como você se rendeu.
- "Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei".
27 fevereiro, 2009
Significado e outras coisas
"Dou valor às coisas, não por aquilo que valem, mas pelo que significam."
Gabriel Garcia Marques____________________________________
Muito boa essa frase do Garcia Marques. Já tinha sido apresentado ao seu conteúdo de outra forma, bastante curiosa.
Papai sempre gostou de animais: Cavalos, cachorros e passarinhos eram seus preferidos. Teve tudo que é tipo de passarinho, criou algumas raças de cavalo e várias de cachorro. Fox Terrier e Pointer Inglês, são sem sombra de dúvidas, as preferidas dele. O Pointer foi muito usado para caçar perdiz, antes de esta prática ser proibida no Brasil, por isso ele ficou conhecido como "O Cão Perdigueiro" ou, simplesmente, "Perdigueiro".Caçador de rara beleza é um verdadeiro espetáculo assistir ao cachorro campear buscando a caça; o pointer estica o corpo e endurece a cauda apontando a perdiz acuada, uma cena belíssima! Após o tiro, ele pega a perdiz e a leva ao dono intacta (descontando o estrago do tiro é claro). Papai caçou muito. Nunca foi bom caçador. Tiro só em alvo estático, parado. Tio Nabil, seu companheiro em algumas caçadas, acertava duas perdizes no mesmo levantar de vôo, com os dois únicos tiros de sua espingarda e com as aves indo para lados opostos. Ele dificilmente desperdiçava um tiro. Papai, ao contrário, espantava as perdizes com o estouro dos cartuchos.
Por que ele gostava (e ia) tanto caçar? Pelo prazer da coisa, pelo prazer de ver o cão perdigueiro... pelo significado daquilo para ele. Era muito mais prazeroso apreciar o cão caçando (e uma boa desculpa hein velhão?!).
Abaixo, transcrevo as palavras e o poema dele, presentes em seu livro – Ursa Maior: Versos e apontamentos (1989, p.110-111).O CÃO PERDIGUEIRO
Ao amigo Luiz Sampaio, que conseguiu a proeza de bem caçar, sem perder a sensibilidade da alma.
Há poucas visões no mundo quanto um cão perdigueiro a campear. Disposição, sensibilidade e predestinação parecem resumir o quadro dinâmico a que se assiste. É tão gratificante à alma contemplar o talento e a acuidade desse incomparável animal, tanta emoção aflora nesse momento, tremulando o coração, fazendo fibrilar nervos e músculos, que não se pode imaginar, no mesmo homem que o acompanha e segue, virtudes ambíguas de sensibilidade d'alma e bom caçador. Ou por outra, ou bem se caça ou bem se aprecia. A emoção de assisti-lo, nunca me permitiu ser um bom caçador.
Quem assistiu, de um perdigueiro a gana,
O afã de ao cheiro descobrir a caça,
Terá decerto admirado a raça
Que das entranhas desse cão emana.
Não há intruso, que ao sabujo faça,
Perder a rota, que a perdiz encana.
E quando estaca, e a cauda abana,
Amarra a peça, sem fazer negaça.
Por um momento, preza e cão se fitam...
Num frenesi os corações se agitam,
O caçador espera o levantar...
E qual delírio de vulcão que troa,
Explode o tiro, que bem longe ecoa...
Saudando o instinto desse cão sem par!____________________________________
• O CÃO PERDIGUEIRO (Ernane N.A. Gusmão).
• Imagens aumentadas após um clique com o mouse.
19 fevereiro, 2009
17 fevereiro, 2009
Buscar-se
ciclo, da vida, sem fim,
sincrônica e enigmática?
A observância requerida, ou
a incerteza descabida,
dum sopro de vida errática?
Caminhos mil, encontrei,
vários portais trespassei,
tentativa desvendar...
Onde se esconde a resposta,
aquela força suposta,
o enlevo de se encontrar.
11 fevereiro, 2009
Achando o seu (meu) lugar no mundo
21 janeiro, 2009
Cancer na pele...

Câncer (astrologia)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Câncer (português brasileiro) ou Caranguejo (português europeu) é o quarto signo astrológico do zodíaco, situado entre Gêmeos e Leão e associado à constelação de Cancer. Seu símbolo é um caranguejo. Forma com Escorpião e Peixes a triplicidade dos signos da Água. É também um dos quatro signos cardinais, juntamente com Áries, Libra e Capricórnio. Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os cancerianos são as pessoas nascidas entre 22 de Junho e 22 de Julho.
Mitologia
Câncer representa o caranguejo que Hera, rainha dos deuses gregos, enviou para resgatar a Hidra. O caranguejo mordeu os pés de Hércules quando este combatia o terrível monstro, mas foi esmagado. Para premiar o caranguejo, Hera transformou-o naquela constelação.
Perfil Astrológico
Tímidos e misteriosos, os cancerianos são muito ligados a tradições. É o mais feminino e delicado entre todos os signos. É o signo do sonho, da ternura, imaginação e da memória tenaz que fixa e idealiza as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para se proteger contra as incertezas do futuro. São belos e sensuais. O amor de Câncer tem sempre algo de contos de fadas, com a sua princesa, o seu príncipe encantado, mas também com uma maldição a combater monstros ameaçadores. É o amor puro das crianças, o amor maternal, o amor romântico, mergulhado num sonho ideal e inacessível ou definitivamente parado num rosto ou num nome. O humor do canceriano é extremamente mutável e em ocasiões tende a ser rabugento e ou até mesmo agressivo, uma vez que sua necessidade de auto-defesa (às vezes antes mesmo de ser atacado) é uma de suas características fundamentais. Oscila entre o júbilo e a depressão. Podem ser muito fechados. Possuem alta capacidade de compreensão portanto costumam ser muito capacitados intelectualmente e extremamente ligados às artes e à poesia, especialmente a música, onde tem a capacidade de dar vida as suas mais secretas fantasias.
Associações:
Elemento | Àgua
Regente | Lua
Metal | Prata
Pedras | Pérola
Perfume | Lírio
Plantas | Flor de laranjeira ; Flores silvestres ; Dormideira ; Alface
Animais | Gato ; Caranguejo
Países | China ; Escócia ; Holanda ; Nova Zelândia
Cores | Branco ; Cinza-pérola
Personagem | Madame Butterfly , de John Lang
Orgão | Estômago e útero
Dia | Segunda
Verbo | "Eu sinto"
Atrações | Peixes ; Escorpião ; Aquário
_________________________________________
PS.: Não leve isso tão a sério, dê um desconto e viva sua vida tranqüilamente, seja você canceriano ou não.
PPS.:Tatuagem Cover Up feita à mão por Jorge "King Cobra" Barros.
PPPS.: Depois coloco uma fotografia melhor, essa foi a menos pior, a máquina não colaborou...
17 janeiro, 2009
AH !... Se Daví soubesse!...
Que a sua funda, armada com toscas pedras, está hoje nas mãos dos garotos palestinos... que o Golias de agora, ironia das ironias, é um super-tanque blindado, sub-teleguiado por seus irmãos de sangue, hebreus, em uma inversão total e escandalosa dos papéis, na História da Terra Prometida.
Se Davi soubesse, do que se passa hoje em Canaã, silenciariam as cordas da sua harpa... já não seria curado o Rei Saul... e a Musicoterapia jamais se teria iniciado, para grande pesar da humanidade inteira.
Ah!... mas Davi também foi invasor, filho ou neto de invasor, e a Terra Prometida, onde jorrava leite e mel, era a terra dos cananeus, dos amonitas, dos jebusitas, dos moabitas, de tantos outros e também dos filisteus, a cujo povo Golias pertencia... mas não era dos hebreus. Mas, porém, Jeová havia comandado – “entrem, tomem conta da terra, não deixem vivo nada que respire”!... As hordas de Josué, sucessor de Moisés, fizeram o possível sob as ordens do Deus cruel do Velho Testamento... tomaram conta dos seus pedaços, pintaram e bordaram, repartiram a Terra Sagrada entre as doze tribos de Jacob.
O próprio Davi, d’antes um simples escudeiro, viria a reinar por vastas áreas, unificando as porções centrífugas sob a sua coroa, no Reino Unido de Israel e Judá. Davi foi um grande rei, não há o que contestar, e para os verdadeiramente grandes até os maiores pecados encontram seu perdão – e perdão rima com Salomão, daí que o crime maior de Davi contra Urias, um de seus melhores generais, enviando-o à tormentosa batalha de Gileade a morrer em mãos inimigas, para abiscoitar de vez a viúva Betsabet, já então sua amante, não ofuscou a sua imagem poderosa, nem evitou ser ele o nome mais citado na Bíblia Sagrada, mais até que o de Moisés e o de Jesus. E Salomão, rebento sacrilego de Davi com Betsabet, passaria à posteridade como símbolo de justiça e sabedoria.
Mas, redivivo Davi, nos tempos hodiernos, relembrando ele a sua intimorata coragem frente ao gigante Golias de espadas armado, contendo o jovem hebreu apenas uma simples funda frente ao maioral dos filisteus, que pensaria Davi dessa imagem invertida pelo tempo e pelas proezas da política internacional?
Centenas ou milhares de Davis palestinos (árabes, muçulmanos, pós filisteus e pós cananitas), atiçam das fundas suas pedras, para a boca medonha dos canhões, a moderna cabeça dos Golias, que não se prostram com as pedradas. Antes, delas fazem chicanas, estilhaçando à sua frente homens, mulheres e crianças, num festival de barbárie poucas vezes rivalizado na história da civilização. É o holocausto palestino.
Os judeus, ao longo de três milênios, foram vítimas e heróis, bandidos e cruéis, invasores e expatriados, mais errantes que situados, condenados sem razão, redimidos pela própria força dos músculos e do intelecto, enlevados pelas grandes conquistas que emprestaram à ciência e ao humanismo, à civilidade e à filosofia, irônicamente molestados até na crucifixão do taumaturgo da Galiléia, no cimo da cruz... INRJ... Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.
Mas os tempos são outros. Outro também é o palco contemporâneo das disputas. Alí está, hodiernamente, a velha Palestina, que não pode mais ser chamada Canaã. Os expatriados, judeus, voltaram. Os situados, nunca saíram... conquanto sejam hoje um turbilhão de múltiplas origens, próximas talvez entre si. E os muitos deuses, hoje são apenas dois, Yaveh e Allah, que certamente são um só apenas um, o Deus único dos judeus, o Deus único de Maomé. Mas a nacionalidade é dupla – para resumir a questão, israelitas (invasores, reinantes, expatriados e retornantes) e palestinos (ficantes, árabes, muçulmanos, chegantes). E para resolver a questão, duas pátrias, Israel, o velho Israel ressuscitado de Davi e Salomão, e a Palestina, ou que outro nome melhor a vierem denominá-la, em nome dos filisteus e jebusitas, amonitas, moabitas, cananeus e outros povos também deslocados outrora, mas que deixaram também suas sementes naquela terra.
O que três mil anos separaram e confundiram, somente a tolerância e o humanismo poderão reunir, conquanto semi-separado, em duas pátrias, duas nações. A esta altura da evolução histórica da humanidade, não se pode negar aos judeus o lar ancestral de Davi e Salomão, assim como não podem os palestinos privar-se da sua terra-mãe.
Os deuses, em verdade, são iguais, são tudo e não são nada, são benévolos ou são cruéis. Serão sempre deuses. As pátrias mudam – muitas já mudaram com o tempo... muitas acabaram... muitas ressuscitaram... Existem ainda, as que podem se firmar... ou reafirmar, embora, a rigor, ao longo da História, nada houvesse feito maior mal à humanidade que as noções explícitas de patriotismo e divindades.
Ernane N.A.Gusmão SSA,BA, 16/01/09
e-mail:enagursa@atarde.com.br
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Funda – Laçada de couro ou de corda para arrojar pedras, ou outros projetis, ao longe. [Sin., ant.: fundíbulo.]; atiradeira.
Hodierno – Relativo aos dias de hoje; atual.
Hebreu – Indivíduo dos hebreus, povo semita da Antiguidade, do qual descendem os atuais judeus (v. judeu); hebraico.
Cananeus – De, ou pertencente ou relativo à região histórica e bíblica de Canaã (Palestina).
Moabitas – Indivíduo dos moabitas, povo do antigo reino de Moabe (na atual Jordânia).
Filisteus – De, ou pertencente ou relativo aos filisteus, povo não semita estabelecido no litoral da Palestina desde o séc. XII a. C., e que, segundo a tradição bíblica, foi dominado pelo rei Daví.
Semita – Indivíduo dos semitas, família etnográfica e lingüística, originária da Ásia ocidental, e que compreende os hebreus, os assírios, os aramaicos, os fenícios, os árabes.
Redivivo – Que retornou à vida; ressuscitado.
Intimorata – Sem temor; destemido.
09 janeiro, 2009
Objeção de consciência de jovens de Israel. Envie Carta de apoio: www.december18th.org
Os Shministim são jovens estudantes israelenses, todos com idade entre 16 e 19 anos, no final do segundo grau. Eles recusam o alistamento no exército de Israel por objeção de consciência. Estão presos por isso. Esses estudantes defendem um futuro de paz para israelenses e palestinos e negam-se a pegar em armas. Além da prisão, enfrentam uma enorme pressão da família, de amigos e do governo de Israel. No dia 18 de dezembro foi iniciada uma campanha mundial pela libertação desses jovens.
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PS.: Mensagem acima replicada do blogue http://textosaovento.blogspot.com/
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Caso seja contra a Guerra como instrumento para manutenção da Paz, copie essa mensagem no seu blogue. Façamos aquilo que está ao nosso alcance. Lembre-se da parábola da estrela-do-mar:
Era uma vez um escritor, que morava numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele passeava a beira mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa, escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.
Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao oceano.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou o escritor.
- Você não vê? Disse o jovem.
– A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas vão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.
- Meu jovem existe milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
- Para essa, eu fiz diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever.
De manhãzinha foi para a praia. Reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
07 janeiro, 2009
Quem limpa o quê?
Fui até a gaveta pegar um sabonete e vi dois tipos: Buquê dos Sonhos e Primeiro Beijo, ambos "para uma pele suavemente perfumada". Um branco, outro verde. Optei pelo primeiro "com perfume de jasmim e hidratantes" por, rapidamente pensar... - Primeiro Beijo? Já foooooooi, que nome mais ridículo para um sabonete". Imaginei aquele marmanjão cantando no banheiro, todo ensaboado... "é hoje o dia, da alegria...". Preferi o Buquê dos Sonhos, pois sonho é sonho independente da idade. Lógico que a escolha foi, assim, uma coisa meio tola. Quero dizer que não é isso que define o sabonete que uso, até porque, sempre lavo todo o corpo, todas as partes, os cabelos, etc., gasto o sabonete, uso bucha, esfrego as costas, lixa nos pés. Tomo um banho de primeira qualidade, daqueles que só é possível num país tropical como o nosso. Ou seja, quando desligo o chuveiro significa que terminei o banho, que estou, enfim, LIMPO! Não é isso?E POR QUE É QUE A TOALHA SEMPRE FICA SUJA?
E esse povo ainda fica por aí gastando tempo e dinheiro com publicidade para sabonetes. A propaganda deveria focar outras coisas, como a durabilidade e... poxa, esqueci agora... e olha que venho testando sabonetes a vários meses. Sério! A cada ida no mercado compro todos os tipos de uma única marca, quando acaba volto lá e compro todos os tipos de outra e assim vou testando, pesquisando. Quero descobrir o melhor custo beneficio. Aquele bom e barato. Por enquanto descobri que cada marca, por pior que seja, tem um tipo que é bom, e que cada marca, por melhor que seja, tem um tipo que é ruim. Então, compre os melhores de cada marca, na média você sairá lucrando. Mas não esqueça que tudo isso é conversa, pois, como disse mais acima... é a toalha quem limpa de verdade!
27 dezembro, 2008
Tatuagem: arte e cultura


24 dezembro, 2008
16 dezembro, 2008
Impressão*...
PS.: Que as mulheres não tenham ojeriza, pois são apenas uma parte das análises dele e muitos outros pensadores cometeram injustiças (muitas vezes maiores) contra elas.
____________________
* [Do lat. impressione.] Substantivo feminino 6.Opinião mais ou menos vaga, sem maior fundamento; noção, idéia: Não o conheço, mas tenho a impressão de que é digno; Tive a impressão de que ia chover. (Dicionário Aurélio)
04 dezembro, 2008
4 dezembro de 2008
Hoje faz um ano que decidi largar o cigarro. Nossa! Parece que foi ontem... é uma luta eterna.
Há dias que a vontade de fumar aparece, discreta, mansa. Procuro esquecê-la, pensar em outras coisas, etc.
Recomendo para você o seguinte: A forma mais fácil de parar de fumar é não começar. As noites de farra, as curtições, pequenas tragadas, também causam dependência. Não dê mole, não dê chance. Pratique esporte e se divirta, existem outras formas mais interessantes e menos perigosas para fazer fumaça e sentir prazer.
[complementando a postagem com o acréscimo de alguns comentários]
Loirinha disse... [07/12/2008 às 13:53]
Tbm tive esse vício horrível por 9 anos e 7 meses.
Mas faz 5 anos que parei e graças ao bom Deus não sinto falta.
Até sentir o cheiro da fumaça me incomoda. É uma dádiva!
Parabéns por vc ter conseguido parar!!!
Guigo FG. disse...
Incomodar incomoda, mas você não esquece os dias hein?
Respirei muita fumaça nos primeiros meses. Tirei uma onda de fumante passivo. Hehehe
Jorginho da Hora disse... [ 8/12/2008 às 16:40]
Bicho, vc mexeu agora na minha ferida. Cara, tento parar mas não consigo.
Sinto que no meu caso é mais psicológico do que orgânico, mas não tem jeito, não consigo parar. Você é o cara!
Um abraço!
Guigo FG. disse...
Jorginho, a HORA é a que você disser para você mesmo: "NÃO QUERO MAIS".
Isso ninguém tem como saber. É uma coisa pessoal, individual, sem qualquer receita pronta.
A minha única certeza era que ia parar um dia, de preferência antes dos trinta. A verdade, meu amigo, é que só parei mesmo porque a coisa tava "pesada", fugiu do psicológico e descambou pro orgânico. Eu vi a hora de virar um cinzeiro vivo! Fumar é prazeroso, mas o preço a ser pago é muito caro... um suicídio lento, vagaroso... Não fossem tantos os malefícios à nós e aos outros, estaria fumando aquele de depois do almoço, com um sorriso largo na face. Abraço pra você também.
